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sábado, 10 de dezembro de 2011

Queria dormir pra sempre

Hoje eu sonhei como a muito tempo não sonhava, o tipo de sonho que a gente torce pra continuar depois que acorda.

Sonhei com ela em detalhe, em gesto, em jeito e vi que gostei de cada momento.

Vi um sorriso que iluminava a noite, um olhar que dava direção e uma alegria que dava excitação , mas aquela excitação boa, que dá arrepio, arrepio que a gente não precisa entender pra gostar!

Não entendi o porque de ser ela, mas sendo ela, vi que não precisava entender, precisava mesmo era viver, consumir, mesmo que na imaginação, cada grão daquele alimento chamado ilusão, mas se todo aquele turbilhão for mesmo só ilusão, quero que ela seja mágica e eu, multidão.

Texto escrito e públicado, vou tentar dormir pra ver se te encontro mais um bocado!

sábado, 12 de novembro de 2011

Cada povo tem o Governador que merece!

No dia 10 de Novembro, famosa 5ª feira passada, o Governo do Estado do Rio de Janeiro promoveu uma "Micareta" pra pedir a manutenção da antiga divisão dos royalties do petóleo que contou com a presença de "artistas", politicos locais, celebridades famosas por 15 e, claro, o povo Fluminense.
Não gostaria de escrever sobre esse evento e criticá-lo, mas como já disse no início, tratava-se de uma Micareta com direito até a trio eletrico da Furacão 2000 e toda a sua trupe. Fiquei por ali por pouco mais de 40 minutos, mas foi o suficiente pra perceber o verdadeiro sentido daquela bagaça: 2012 e 2014.
Isso foi ficando cada vez mais claro quando comecei a prestar atenção no que era dito, em quem falava e em como era falado. Fiquei assustado quando me dei conta que nenhum, isso mesmo, nenhum dos "convidados" (coloquei entre aspas porque sei que cobraram pra participar.)sabia do que se tratava realmente.
Era importante explicar pras pessoas como é a divisão, como ela ficará, quem propôs o quê, se foi aceito ou não, quanto o Estado do Rio vai perder e a partir de quando, por exemplo...mas não, o que se via era um amontoado de bandeiras partidarias, de Sindicatos, de Organizações Sociais e em lugar algum alguém preocupado em conscientizar as pessoas.
Depois desse circo de horrores, fiquei pensando no seguinte:
- Se o Rio vai perder receitas na casa de R$ 6bi e eles fazem festa, tumultuam o transito, liberam passagem de trem, coisa e tal...
O que seria feito se fosse o contrário, se o o Rio tivesse recebendo um acréscimo de R$ 6bi nos seus cofres?rsrs
É estranho analizar essa Micareta num momento tão dificil pro nosso Estado, mas o Governador foi eleito pelo voto popular, então, o povo que dê a resposta em 2014

A divisão atual é:

De acordo com a legislação brasileira, Estados e municípios produtores - além da União - têm direito à maioria absoluta dos royalties do petróleo. A divisão atual é de 40% para a União, 22,5% para Estados e 30% para os municípios produtores. Os 7,5% restantes são distribuidos para todos os municípios e Estados da federação.

A nova divisão será:

Foi aprovado na Câmara que 30% dos royalties sejam destinados aos Estados, 30% aos municípios e 40% à União, sem tratamento diferenciado para os produtores.


O que são royalties e como são cobrados?

De modo geral, royalty é um valor cobrado pelo proprietário de uma patente ou ainda por uma pessoa ou empresa que detém o direito exclusivo sobre determinado produto ou serviço.


Eu não sou o dono da verdade, não estou envolvido com essa divisão, mas graças a Heloísa Paço e meia hora de pesquisa, passei a entender um pouco dessa história. Então, já que nosso Governador e seus agregados não explicam ao povo o que está acontecendo de verdade, a dica que eu posso dar é: Encontre a alguém que te inspire e vá pro google.com!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Sem provas...

Desde que começou essa história de "Mensalão", muita coisa foi dita, escrita, apresentada...mas, contra José Dirceu, nada foi provado. Ainda assim, a Câmara dos Deputados, Casa dos mais legitimos incorruptíveis do Brasil, cassou o mandato do, então, Deputado Federal pelo Estado de São Paulo.
Parte do texto que integra a defesa de José Dirceu:

APRESENTAÇÃO
"Tenho andado muito pelo Brasil, reunindo-me com amigos e companheiros,
fazendo palestras, participando de debates. Recebo, aonde
vou, a solidariedade e o apoio dos que têm plena consciência de que a
punição a mim imposta por 293 deputados foi injusta e política. Não
cometi nenhum crime, não feri o decoro parlamentar, não me envolvi em
negociatas. Meus adversários políticos, que pregaram a minha cassação
para afastar-me da vida pública, não conseguiram uma só prova documental
ou testemunhal para justificar a decisão tomada pela Câmara
dos Deputados.
Mesmo sem provas, o procurador-geral da União incluiu-me na denúncia
que apresentou ao Supremo Tribunal Federal contra 40 pessoas que
ele considera envolvidas no episódio que ficou conhecido como “mensalão”. Não apenas me incluiu, entendeu que eu era o chefe do que ele denominou “organização criminosa”. Até hoje essa denúncia não foi apreciada pelo STF, deixando-me na incômoda situação de réu sem julgamento.
Ao lado disso, meus adversários procuraram me envolver em vários
outros episódios largamente explorados pela imprensa*. Tentaram, a todo
custo, acabar com minha vida pública, construída com muita luta desde a
adolescência. Não tiveram sucesso. Como disse no discurso em que fiz minha própria defesa, na sessão da Câmara em que a maioria decidiu pela cassação de meu mandato e decretação de minha inelegibilidade por oito anos, não abandonarei a vida pública e a luta política em nenhuma circunstância. Continuo militante político, embora sem mandato e sem função de
direção partidária. E continuarei lutando, sobretudo, pelo reconhecimento
de minha inocência. Esta publicação, preparada por amigos e companheiros que têm travado essa luta ao meu lado, tem o objetivo de apresentar meus argumentos e mostrar minhas razões de forma simples e direta. Agradeço a todos pela iniciativa, um instrumento a mais para que os que ainda têm alguma dúvida possam entender melhor a enorme injustiça cometida contra quem nada quer além de combater a injustiça e restabelecer a verdade."

José Dirceu

quinta-feira, 28 de julho de 2011

A nossa história é mais bonita...VIva o "Urubu", vivaaaaaa


Na década de 60 as torcidas rivais começam a chamar os torcedores do Flamengo de "urubus", alusão racista à grande massa de torcedores rubro-negros afro-descendentes e pobres. Tal apelido de cunho ofensivo nunca foi bem recebido pela torcida do Flamengo, até o dia 31 de maio de 1969.
Foi em um Domingo, quando um torcedor rubro-negro resolveu levar a ave para um jogo entre o Flamengo e Botafogo no Maracanã. Na época, os dois clubes faziam o clássico de maior rivalidade pós-Garrincha. E o Flamengo não vencia o rival fazia quatro anos. Nas arquibancadas, os torcedores do Botafogo gritavam, como sempre, que o Flamengo era time de "urubu".
O urubu foi solto na arquibancada com uma bandeira presa nos pés, e quando caiu no gramado, pouco antes do jogo iniciar, a torcida fez a festa, vibrando e gritando: "é urubu, é urubu". O Flamengo venceu o jogo por 2 a 1 e, a partir daí, o novo mascote consagrou-se, tomando o lugar do Popeye. O cartunista Henfil, rubro-negro, tratou de humanizá-lo em suas charges esportivas no "Jornal dos Esportes "e revistas, e o Urubu tornou-se um mascote popular.
Em 2000 o mascote do Flamengo ganhou um desenho oficial e um nome: Samuca. No entanto, esse nome não se popularizou entre a torcida, que o continua chamando simplesmente de "Urubu".

sábado, 14 de maio de 2011

Existe espaço pra Juventude nessa Reforma Política?

A Reforma Política está novamente na agenda do dia, e dentro de um cenário mais favorável para a aprovação de medidas progressistas. Para nós, do Partido dos Trabalhadores, a defesa dessa reforma tem como sentido ampliar a participação e a democracia.
Alterar o sistema político deve representar também acelerar as mudanças que hoje ocorrem no Brasil. Mais acesso à direitos básicos deve andar casado com mais poder e participação do povo.
Por isso, ela deve ter como diretrizes: ampliar a participação popular por meio de mecanismos diretos e participativos, fortalecer os aspectos ideológicos e programáticos dos partidos políticos, garantir maior presença de setores hoje sub-representados, como mulheres, negros/as e jovens, combater a prevalência do poder econômico, do excessivo personalismo, e do uso das "legendas de aluguel", hoje tão disseminadas no atual formato de nosso sistema político.

Caminhos e Possibilidades

Os caminhos para que essas mudanças ocorram são vários. No presente, o que tem se desenhado no Congresso é uma alteração mais pontual na nossa legislação eleitoral. O que está em processo de votação agora são as regras voltadas para a eleição de mandatos proporcionais (câmaras e assembleias).
Os efeitos dessas possíveis mudanças, mesmo que não tão amplas quanto defendemos nos movimentos sociais, são de importância fundamental e não devem ser menosprezados. Trata-se de momento inédito de coesão interna no PT, bem como de uma capacidade de articulação e diálogo com diferentes partidos políticos. Dentre as mudanças que há maior consenso, estão o financiamento exclusivamente público de campanha, a fidelidade partidária e o voto em lista preordenada – além do rechaço completo de propostas como “distritão“.
Esses três elementos combinados são fundamentais para os objetivos mencionados no início do texto: combater a prevalência do poder econômico, o oportunismo eleitoral e a sub-representação de setores como mulheres, negros e juventude.
Não é possível falarmos em democracia representativa, quando mais da metade da população não está devidamente representada nos espaços do Congresso Nacional. Nesse sentido, para democratizarmos a democracia, a defesa da lista preordenada só faz sentido se combinada ao critério de paridade de gênero. A isso, deve-se acrescer também outros recortes específicos, como de recorte de representação da juventude.

A Juventude na Reforma Política

No Brasil temos uma sub-representação da juventude nos partidos e instituições políticas, um fenômeno que não é restrito a partido A ou B e sim um problema generalizado. Nesse sentido, são necessárias ações políticas complementares para garantir a ampliação da participação dos jovens nesses espaços políticos e a renovação dos quadros políticos, tanto no campo das idéias como no da idade.
As propostas que defendo para a Reforma Política contribuirão para que setores organizados, possam se expressar nas listas partidárias e sair da invisibilidade. Vale lembrar que hoje vivemos um dos maiores números de jovens na história do Brasil, com uma população de 50 milhões, representando 26% da população brasileira. Os jovens representam 40% do eleitorado, entretanto, representam 3% do Congresso Nacional.
É fundamental que haja um investimento específico dos partidos na sua juventude e na formação de novas lideranças. Assim, defendo que seja obrigatória a destinação de 7% do fundo partidário para investimentos na organização da respectiva juventude, com o objetivo de formação de novos quadros militantes e lideranças.
Defendo também que haja um limite de no máximo duas reeleições no mesmo cargo para o exercício parlamentar. Esse tipo de limitação obriga a permanente renovação dos partidos e contribui para o combate à lógica de profissionalização dos cargos políticos, permitindo que novas lideranças possam surgir e se alternar nos espaços de poder.
Por fim, é preciso rever a questão dos limites de idade mínima para concorrer a eleições. Hoje já temos as maioridades civil e penal igualadas em 18 anos, e o direito ao voto inicia-se aos 16. Por que então limitar para 21 ou 35 anos, conforme o cargo, o direito a concorrer às eleições? Propomos que a idade mínima esteja igualada em 18 anos em todos os casos.
Sabemos que não basta realizar a disputa nos corredores do Congresso, onde os deputados tendem a votar na continuidade das regras que garantiram a sua eleição. É fundamental que os movimentos sociais e partidos políticos estejam organizados em um amplo processo de disputa de valores na sociedade.
A juventude pode cumprir um papel fundamental nessa disputa. Este ano, teremos grandes atividades de organizações juvenis, como o Congresso da UNE,da UBES e das UEEs, a Plenária nacional da Juventude da CUT, o II Festival das Juventudes em Fortaleza, dentre outros. Sem falar num amplo processo de debate desde os municípios, com a II Conferência Nacional de Juventude. É necessário que em todos esses espaços, haja debates e resoluções e que se organizem campanhas públicas sobre o tema. Só assim, poderemos garantir uma disputa pela esquerda das mudanças no sistema político brasileiro.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Voltei...

Antes tarde, do que nunca! Já dizia o ditado...
Acho que têm uns 5 meses que não escrevo aqui, mais muito por culpa da minha falta de tempo e por falta de assunto tbm do que por qualquer outra coisa!
Quem me acompanha, sabe que escrevo sobre politica e apesar das merdas que o Bolsonaro andou fazendo, não aconteceu nada de muito interessante nesses tempo de ausencia.
A posse da Dilma foi massante, a mulher do Temer é gata mas foi modinha e acabou.
A ressaltar a morte do grande brasileiro José Alencar, o que mais aconteceu?
No meu entendimento, nada!
Então, é isso, estou de volta e mesmo que as notas não sejam boas, irei relatá-las assim mesmo...rs
Até a próxima...